Archive for May, 2008

Sobre a Vida (II)…

Não corras, não te aflijas.

Só estás aqui de passagem e é curta a tua visita.

O importante é parar e cheirar as flores.

Walter Hagen

——————–

Ver a entrada: Sobre a Vida…

Ver mais Pensamentos do Dia

——————–

Advertisements

Quero um faruco que não dance, s.f.f.

A moda dos carros transformantes parece que veio para ficar. Desde o filme dos ‘Transformers’ baseado na série animada homónima de há vinte anos anos, até a anúncios da TV, o transformismo chegou e está de vento em popa.

Pessoalmente, vi a série na minha infância e do que me lembro os episódios eram repletos de transformações e a história, bom… ficava para segundo plano. Mas não importava, porque o que nos motivava era a novidade e o sonho de algo se poder tornar em outra coisa… diferente. Hoje em dia continua assim para muitas séries de ‘bonecos’ e até mesmo o ‘Pokemon’ tem o seu tipo de transformação…

Mas o que queria falar é que analisando a questão da transformação, esta revela-se superficial. Será que eu quero andar, ou sequer ter, um carro que se transforma e dança? Será útil? Será exequível? Será que sequer vale a pena enquanto imaginário? Já não sei. Mas sei algo: não são anúncios como o da Citroën que farão gostar mais desta ideia. Para ser simples e directo: os anúncio não valem nada.

As próprias empresas já perceberam que o tema é superficial. Que na verdade não traz mais valia. No entanto, e apesar disso, gostam de explorar a saudade de muitos que, como eu, viram a série e acharam a melhor coisa do mundo. É o caso da Chevrolet: Decidiu-se a publicitar um carro que não se transforma, usando para isso o lado estúpido da transformação de um carro. No entanto, ao introduzir a ideia de transformação, continua a fazer referencia ao nosso imaginário da infância. Espertos.

Vejam só que até já os aviões se tranformam! Isto deve ser uma mina de ouro!!

Mas eu só digo: Quero um faruco que não se transforme e, já agora se puder ser, que não dance, se faz favor.

Pequena Atenção para com vocês.

Não tenho passado por aqui, mas reparo que muitos visitam este espaço. O tempo, infelizmente tem sido pouco para poder dar continuidade a este projecto. Mas não terminou. Aguarda apenas novo fôlego.

São questões profissionais. Precariedade laboral.

Por isso quero aqui deixar uma palavra para todos aqueles que podem estar também em situação análoga:

«O patrão precisa de vocês, vocês não precisam dele»

Até ao regresso, boas curiosidades…