Archive for the 'Curiosidades' Category

Projecto Blogue – Conclusão – Término

O projecto da ‘Caixinha de Curiosidades’ nasceu faz quase um ano.

O seu objectivo era simples. Falar de curiosidades. Desde as mais interessantes às mais banais. Não importava o grau de interesse. E a existência de feedback por parte de quem lê.

O que é interessante ou não depende que quem lê. Daí o ponto de partida para o grande teste! O que é considerado interessante como conteúdo a publicar na internet?

Não fazia ideia. E até mesmo hoje faço pouca ideia, mas tenho alguns indicadores. Os indicadores são um ano de curiosidades publicadas, onde a ‘audiência’ revela o que as pessoas procuram. Obviamente que as respostas estão restringidas ao conteúdo colocado, no entanto dá para perceber motivos de uso da internet.

Os interesses são caracterizados pelas informações sobre a Internet, por curiosidades do dia-a-dia ou por ciência aqui na ‘caixa’, tendo em conta que tentei abordar grande variedade de temas. Ainda assim, são estes os temas que mais trouxeram pessoas a visitar a ‘caixa’.

Espectativas e resultados

Mas outro objectivo era o feedback. Este objectivo não foi atingido. E agora vejo que dificilmente seria. É preciso trazer as pessoas a discutir algo e esse espaço não foi dado. Não foi dado porque em si a estrutura de conteúdos e a forma como eram apresentados não potenciava a existência de feedback.

Ainda não sendo o seu principal objectivo é importante perceber como funciona a relação conteúdo-interesses/visitas-feedback.

Término

Ainda não cumprindo os seus objectivos, esta experiência depara-se com o facto de que para trazer pessoas até aqui é necessário trabalho, empenho, interesse e coisas interessantes, em contínuo e crescendo. Não foi nem é o meu objectivo. Sempre foi apresentado conteúdo segundo as minhas necessidades e não segundo o interesse de quem lia. Neste momento não tenho necessidade de continuar a ‘publicar’ curiosidades, logo, seguindo o raciocínio anterior, não existem entradas contínuas e regulares.

Como assim é, a existência deste blogue é também relativa à minha necessidade dele. E por isso será terminado.

Será terminado a quando do seu aniversário. Será um fechar de um ciclo, de uma experiência que se cumpriu, e que ainda assim muito interessante, mas que tem de terminar para dar lugar a novas experiências.

Com os meus cumprimentos e agradecimento a quem visitou este espaço, ainda que muitas vezes por engano, desejo que continuem com vontade de saber curiosidades. A curiosidade é a base da nossa criatividade e inteligência e deve ser incentivada.

Até à próxima.

slim

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veja também:

Sobre o autor

Coldplay – Violet Hill – O Videoclip Que Devia Ter Sido E Não Foi.

Fossem os ColdPlay por este videoclip para a música ‘Violet Hill’ e teriamos os olhos mais abertos:

‘Violet Hill (Dancing Politicians)’

Nota: Os próprios publicaram este clip no youtube. Clica aqui

Coldplay – Viva La Vida

Grande Album

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Heartbeats – anúncio da Sony

Há algum tempo passou um anúncio aos televisores ‘Bravia’ da Sony: “Colour like no other”.

Em uma rua inclinada descem milhares de bolas às cores, como que chuva colorida caisse dos céus. É um arco-íris de bolas!

Cena fantástica e com uma banda sonora que transmitia tranquilidade, naturalidade à cena e até um certa magia.

Andei semanas à procura do interprete desta música e finalmente após muito esforço encontrei. Chama-se José Gonzales. É suéco de descendência argentina e enquanto músico tem um reportório incrível!

Deixo aqui o clip desta música e a letra. Julguem por vocês o brilhantismo deste jovem cantor.

one night to be confused
one night to speed up truth
we had a promise made
four hands and then away

both under influense
we had devine scent
to know what to say
mind is a razorblade

to call for hands of above
to lean on
wouldn’t be good enough
for me, no

one night of magic rush
the start a simple touch
one night to push and scream
and then releaf

ten days of perfect tunes
the colors red and blue
we had a promise made
we were in love

to call for hands of above
to lean on
wouldn’t be good enough
for me, no

to call for hands of above
to lean on
wouldn’t be good enough

and you, you knew the hands of the devil
and you, kept us awake with wolf teeths
sharing different heartbeats
in one night

to call for hands of above
to lean on
wouldn’t be good enough
for me, no

to call for hands of above
to lean on
wouldn’t be good enough
for me, no

Se quiserem saber mais sobre o anúncio da Sony e até da campanha comercial dos televisores ‘Bravia’ vejam o making of aqui (youtube.com):

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Relativamente Feia

Em jeito de paródia sobre o tema do ser bela que o meu amigo Sérgio lançou em questão no blogue dele, deixo aqui uma música animada:

“Relativamente Feia” dos Gato Fedorento

No Nosso Mundo

Um amigo meu acaba de «lançar» o seu blogue e gostaria de lhe dar as boas vindas.

Bem-vindo Sérgio!

Já agora avanço que o tema é deveras fantástico e interessante e é expresso no seu título: O Nosso Mundo – As coisas boas e más deste nosso mundo.

É claro que o bom ou mau é relativamente subjectivo, no entanto acredito que o objectivo não será julgar, mas sim questionar a essência do que compõem o Nosso Mundo e a nossa atitude enquanto modeladores do nosso ambiente e da nossa realidade.

Para começar trás uma questão que nos deixa a pensar. «O que é ser belo ou ser bela?» e introduz à questão a imagem actual da ‘beleza’ produzida pelos meios de comunicação. Talvez ser bela não seja ser como aquela que aparece na televisão, talvez seja. É possível ser assim bela? Talvez seja bom verem o vídeo que ele pôs no blogue. (clica aqui)

Vou seguir de perto este blogue.

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Quero um faruco que não dance, s.f.f.

A moda dos carros transformantes parece que veio para ficar. Desde o filme dos ‘Transformers’ baseado na série animada homónima de há vinte anos anos, até a anúncios da TV, o transformismo chegou e está de vento em popa.

Pessoalmente, vi a série na minha infância e do que me lembro os episódios eram repletos de transformações e a história, bom… ficava para segundo plano. Mas não importava, porque o que nos motivava era a novidade e o sonho de algo se poder tornar em outra coisa… diferente. Hoje em dia continua assim para muitas séries de ‘bonecos’ e até mesmo o ‘Pokemon’ tem o seu tipo de transformação…

Mas o que queria falar é que analisando a questão da transformação, esta revela-se superficial. Será que eu quero andar, ou sequer ter, um carro que se transforma e dança? Será útil? Será exequível? Será que sequer vale a pena enquanto imaginário? Já não sei. Mas sei algo: não são anúncios como o da Citroën que farão gostar mais desta ideia. Para ser simples e directo: os anúncio não valem nada.

As próprias empresas já perceberam que o tema é superficial. Que na verdade não traz mais valia. No entanto, e apesar disso, gostam de explorar a saudade de muitos que, como eu, viram a série e acharam a melhor coisa do mundo. É o caso da Chevrolet: Decidiu-se a publicitar um carro que não se transforma, usando para isso o lado estúpido da transformação de um carro. No entanto, ao introduzir a ideia de transformação, continua a fazer referencia ao nosso imaginário da infância. Espertos.

Vejam só que até já os aviões se tranformam! Isto deve ser uma mina de ouro!!

Mas eu só digo: Quero um faruco que não se transforme e, já agora se puder ser, que não dance, se faz favor.